Código Ternário toca repertório de choro e jazz misturados a outros ritmos em programas inéditos no SescTV


 

Documentário e show com o trio será exibido no dia 2/7, domingo, a partir das 21h



Foto: Piu Dip

 

Formado por Gustavo Bali, no pandeiro, Carrapicho Rangel, no bandolim de 10 cordas, e César Roversi, no saxofone, o Código Ternário fala sobre a formação do trio, visita o Museu da Imigração, na capital paulista, e conversa com o pianista André Marques em documentário da série Passagem de Som, que estreia no SescTV, no dia 2/7, domingo, às 21h (assista também em sesctv.org.br/aovivo). Na sequência, o show do grupo para a sérieInstrumental Sesc Brasil apresenta repertório de choro, jazz, baião, maracatu, funk e influências da world music de Hermeto Pascoal. Inéditos, os programas têm direção geral de Max Alvim.

 

Passagem de Som mostra que Bali nasceu em Curitiba – PR, e vive no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo, na casa onde seus bisavós moraram quando chegaram da Iugoslávia, na década de 1920. Bem perto dali, o trio visita o Museu da Imigração em busca de informações sobre a chegada da família do pandeirista ao Brasil.

 

Em sua residência, que também funciona como sede para os ensaios do Código Ternário, Bali lembra como iniciou o grupo. "Estava com vontade de tocar um bandolim de 10 cordas. Procurei no YouTube: bandolim de 10 cordas, São Paulo. Aí só deu ele", conta, se referindo a Carrapicho Rangel, que nasceu na cidade paulista de Araraquara. "Eu comecei, muito novo, tocando instrumento de percussão, com sete anos de idade", diz o bandolinista.

 

No mesmo estado, na cidade de Leme, o terceiro integrante do trio, César Roversi, nasceu em uma família de imigrantes italianos e espanhóis. Antes de se mudar para a capital, onde fez parte da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, o saxofonista residiu em Tatuí, município que abriga o Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, conhecido como Conservatório de Tatuí, fundado em 1954. Nessa instituição, o trio teve aulas com o pianista do grupo de Hermeto Pascoal, André Marques, que fala sobre o objetivo da world music tocada pelo multi-instrumentista alagoano. "Era liberação de rótulos, era fazer música por música. A gente não pensava se era uma canção erudita, folclórica ou popular", esclarece Marques.

 

O gênero musical de Pascoal está presente na sonoridade do Código Ternário, porém, de acordo com Bali, o trio não faz exatamente a world music do artista. "Tem bastante influência dele, até mesmo porque o César também teve uma banda influenciada por Hermeto, inclusive já tocou com ele", explica Rangel.

 

A musicalidade do grupo pode ser conferida no show da série Instrumental Sesc Brasil, exibido na sequência. No repertório, composições próprias, como Rumo à Curitiba e Código Ternário, de Carrapicho Rangel; e Panorâmico, de César Roversi; além de Receita de Samba, de Jacob do Bandolim;Qui Nem Jiló, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; e Notícia, de Nelson Cavaquinho.

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